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EUA
O Quarteto Brasileiro de Violões é um grupo único. Como ele soa? Em uma palavra, é magnífico. Nesta gravação eles encaram a obra-prima de Albéniz, Iberia… A tessitura estendida no grave e agudo significa que não há comprometimento devido à necessidade de se comprimir a música nas oitavas de um violão comum, e o colorido sonoro, do qual pianistas podem apenas sonhar, podem ser explorados eficazmente… Os membros do quarteto são virtuoses em suas partes, que são unificadas de maneira sobrenatural, em arranjos maravilhosos que oferecem uma interpretação fora do comum… Deve ser suficiente dizer que cada um dos doze movimentos nunca soou melhor para este ouvinte.
SOUNDBOARD, sobre o CD Suite Iberia
 
Eles tocam juntos como num sonho… uma noite de contínuo virtousismo.
ST. LOUIS POST-DISPATCH
 
ARRANJO PARA VIOLÕES SUPERA O ORIGINAL (Manchete). Uma cópia tende a ser mais fraca e menos substanciosa que a obra genuína. Os detalhes se perdem; nuances desaparecem. No pior cenário, a cópia é uma mera imitação anêmica do original. Porém, na noite de terça-feira, um arranjo tornou-se a atração especial. Detalhes não foram perdidos, foram enfatizados. E neste caso, um acontecimento raro. Devo admitir que o arranjo teve um efeito mais impactante que o original… foi uma excelente abertura para a série de concertos do Flagler Museum. Abarcou um programa de escopo quase sinfônico, com compositores frequentemente associados ao repertório do violão: Bach, Villa-Lobos e Albéniz… as trocas melódicas entre os intérpretes sempre permitiram que os detalhes emergissem à superfície. O fluxo e refluxo entre os quatro homens foi também fascinante de se observar.
PALM BEACH POST
 
Os brasileiros tocaram com um só intelecto, sem perder o pulso principal, e fizeram jus ao mistério, alegria, paixão e orgulho desta música… um mágico fazer musical.
PALM BEACH DAILY NEWS
 
Além disso, a sensibilidade do grupo é excelente, da meticulosamente iluminada “Evocación” à dança acentuada porém elegante de “Málaga” e os frágeis arabescos de “Jerez”. A gravação capta todos os detalhes das diferentes sonoridades dos violonistas, mas há um grande senso de conjunto, favorecendo o grupo ao invés do individual. Esta versão de Iberia é tão calorosa e transcendentalmente evocativa quanto Albéniz poderia ter desejado.
ALLMUSIC.COM, sobre o CD Suite Iberia
 
O Quarteto Brasileiro de Violões demonstrou sua musicalidade impecável numa interpretação cuidadosamente delineada… As Bachianas Brasileiras no.1 do conterrâneo Heitor Villa-Lobos foram pura inspiração. Os arcos melódicos do movimento central foram típicos das atraentes canções de Villa-Lobos. Os movimentos externos exalaram variedade inventiva. A peça também produziu o melhor do Quarteto – uma interpretação cuidadosa, respeitosa, competente e irresistivelmente musical.
HOUSTON CHRONICLE
 
Tudo aconteceu ao mesmo tempo: o grupo tocou precisamente, o contraponto estava claro, e a Badinerie foi tão jovial como se poderia imaginar. As Bachianas Brasileiras de Villa-Lobos são um tributo a Bach, combinando elementos de seu estilo (particularmente o contraponto) com um estilo que mescla elementos do jazz americano, impressionismo francês e ritmos africanos, todos declarados numa distinta sonoridade brasileira. O sotaque brasileiro tem tanto um lado ensolarado quanto meditativo, ambos ouvidos nas Variações Sérias (1991) de Ronaldo Miranda e no Ponteio no.24 de Camargo Guarnieri. As raízes folclóricas mais carregadas foram ouvidas na Dança Negra e na Dança Brasileira. E, para finalizar o programa, o grupo ofereceu um vislumbre de Romantismo europeu filtrado pela sensibilidade brasileira de Carlos Gomes em sua Sonata em Ré (1894). O quarteto tocou de maneira compromissada e com instinto virtuosístico.
THE NEW YORK TIMES
 
Intrépidos mestres da técnica, os membros do Quarteto Brasileiro de Violões demonstraram que são também musicistas brilhantes no concerto apresentado pela Dumbarton Concert Series na noite de sábado.
WASHINGTON POST
 
Um nível de precisão de classe internacional, equilíbrio próximo da perfeição e sensível musicalidade… sua versão da Suíte No.3 [de Bach] no domingo foi vivamente conduzida, sutilmente brincalhona e irresistivelmente vigorosa.
LOS ANGELES TIMES
 
Os músicos exibiram uma coordenação quase telepática… a platéia entusiasmada foi recompensada com dois bis.
ST. LOUIS POST-DISPATCH
 
Articulação e clareza rítmica… estimulante… faz o ouvinte sorrir.
AMERICAN RECORD GUIDE, sobre o CD Essência do Brasil
 
De todos os álbuns que homenageiam o aniversário de Bach neste ano através de transcrições não usuais… este disco oferece uma das audições mais encantadoras, ainda que inesperadas… [O Quarteto Brasileiro de Violões] faz as suítes soarem como se tivessem sido compostas para este meio, com os musicistas trazendo à tona não apenas o rico contraponto mas o colorido vibrante das obras… a sempre popular Ária da Suite No. 3 move-se com uma graça tão limpa quanto lapidada. Uma gravação maravilhosa.
BILLBOARD, sobre o CD Bach Four Suites for Orchestra
 
A estréia americana do Quarteto Brasileiro de Violões no Kravis Center foi um deleite para aqueles que apreciam a arte do violão… desempenho ágil… sutil harmonia entre os músicos… A ressonância dos quatro violões trouxe à música de Bach uma profundidade que o próprio compositor teria apreciado… Os temas folclóricos [das Bachianas Brasileiras No.1 de Villa-Lobos] foram expressados com um calor que dificilmente poderia acontecer com outros instrumentos.
THE PALM BEACH POST
 
BACH GANHA VIDA NAS MÃOS DO QUARTETO (Manchete). Se J.S. Bach tivesse ouvido o Quarteto Brasileiro de Violões na noite de quinta-feira, ele sem dúvida teria aprovado… sonoridade cantante, equilíbrio e técnica esplêndida… brilhante e rítmico… cada músico trouxe sua singularidade para a sonoridade do grupo, e o mais fascinante do espetáculo é que estas diferenças se unificaram… A corda aguda adicional do violão de Paul Galbraith tem o mais bonito e diferenciado timbre – algo entre um bandolim e uma harpa. Foi utilizada com grande efeito… A platéia, uma mistura de mais novos e mais velhos, pareceu extasiada… O CD do Quarteto Brasileiro de Violões, Essência do Brasil, está disponível pela Delos, bem como uma nova gravação a ser lançada neste verão contendo as transcrições de Bach ouvidas aqui. Ambos seriam adições espetaculares para sua coleção.
PALM BEACH DAILY NEWS
 
QUARTETO BRASILEIRO BRILHA (Manchete). Talento dramático… Eles tocaram com ternura e com uma flexibilidade sem esforço. Ainda assim houve façanhas técnicas para impressionar… encantador.
VIRGINIAN PILOT
 
SUPERLATIVOS DIFICILMENTE FAZEM JUSTIÇA AO QUARTETO (Manchete). Se uma única palavra pudesse sintetizar o concerto do Quarteto Brasileiro de Violões, ela seria “excelente”. No entanto, nem mesmo esse adjetivo consegue expressar a admirável sutileza do grupo brasileiro… A Ouverture de Bach foi um prodígio de brilhante e graciosa estrutura nas mãos do quarteto… [Depois disso] parecia impossível o quarteto se superar ou mesmo se equiparar. Mas conseguiu, surpreendentemente e mais vigorosamente, na arrojada Bachianas Brasileiras No.1 de Heitor Villa-Lobos… O quarteto passou sutilmente de notas que evocavam exotismo sombrio para passagens que capturavam o agito da civilização latina, dançando ao sol… O colorido Quarteto No. 2 de Camargo Guarnieri exibiu a notável habilidade do quarteto de ajustar suas cordas numa única e apaixonada voz… Duas obras curtas de Francisco Mignone exploraram novos aspectos do ambiente sonoro do quarteto brasileiro e realçaram seu brilhantismo inato… o público não queria deixá-los ir embora; aplausos incessantes os trouxeram de volta ao palco para dois bis.
DAYTONA BEACH NEWS JOURNAL
 
QUARTETO BRASILEIRO ESQUENTA, DESLUMBRA… (Manchete). Depois de um impressionante concerto de duas horas na noite passada no Alberta Bair Theater, o sangue público estava suficientemente agitado para uma ovação dupla de pé. Foi uma das mais maravilhosas apresentações musicais que já assisti… O público foi embalado. Eles, ou melhor, nós fomos hipnotizados… a música dos quatro violões tomou formas de cravos, baixos, oboés, alaúdes, mas metade da diversão do concerto foi assistir a dança dos dedos dos músicos sobre as notas… A agilidade deles era fenomenal… noções perfeitas de ritmo… brilhantismo de cair o queixo.
BILLINGS GAZETTE
 
["Bachianas Brasileiras No.1" de Villa-Lobos] foi uma revelação de encantadora beleza… [As "Variações Sérias" de Miranda mostraram] uma maestria inigualável na unidade do conjunto… A platéia, ovacionando em pé, exigiu um bis.
LINCOLN JOURNAL-STAR
 
Independentemente de quão seriamente você escolhe sua música, você deve procurar por raridades apetitosas, excentricidades e outros fascínios. Um achado destes é “Encantamento”, o novo disco do Quarteto Brasileiro de Violões… seu trabalho variado e intrigante é infecciosamente delicioso… indicado para o Grammy, o líder Paul Galbraith mostra o caminho: suave porém condimentado. Seus três colegas são realmente profissionais… precisão de grupo absoluta… consegue ser ainda melhor em audições continuadas.
MINNEAPOLIS STAR AND TRIBUNE, sobre o CD Encantamento
 
É raro imaginar J.S. Bach executado com beleza mais sedutora que na performance do Quarteto Brasileiro de Violões… os violonistas deixaram o contraponto bachiano emergir de maneira leve, clara e estruturalmente lógica, enquanto banhavam a rigorosa partitura germânica no caloroso sol brasileiro… um tal “gusto‟ virtuosístico… a energia rítmica e o bem calibrado conjunto trouxe bons dividendos repetidas vezes… As Variações Sérias de Ronaldo Miranda provaram ser um exercício lírico de nostalgia, e o Lundu de Francisco Mignone foi provocador, uma miniatura contagiante.
WASHINGTON POST
 
QUARTETO DE VIOLÕES ENFEITIÇA FÃS LOCAIS (Manchete). Não apenas o quarteto tocou com liberdade e seus membros brincaram uns com os outros, mas esta liberdade de expressão foi corroborada por uma precisão técnica e musical e uma abordagem espontânea que deixou a platéia querendo mais e mais… os violonistas fizeram cada obra soar como se tivessem sido escrita apenas para eles… [e] fizeram cada membro da platéia sentir como se cada obra tivesse sido tocada apenas para ele ou ela… [seu Bach] foi nada menos que revelador… o último movimento [das Bachianas Brasileiras], Fuga, deu aos instrumentistas muitas oportunidades de exercitar sua musculatura técnica enquanto perseguiam uns aos outros na partitura… espontaneidade inspirada… As duas peças finais levaram o programa a um final emocionante. Mas o concerto não terminou aí. Com a platéia exigindo mais (alguns fãs gritaram em português, o que gerou ainda mais sorrisos nos violonistas), o quarteto retornou ao palco para tocar a encantadora “Dança Brasileira”… Eles tocaram tão bem que a audiência pulou aos seus pés novamente. As pessoas não pararam de aplaudir até que o quarteto retornou ao palco mais uma vez com uma interpretação enternecida [de uma canção de ninar brasileira]. Acompanhada por harmônicos, acordes levemente harpejados e traços delicados de contraponto, a doce, simples melodia passou de violonista a violonista até que a última nota decaiu em silêncio, levando a platéia a deixar o teatro para a noite nublada.
ANCHORAGE DAILY NEWS
 
TEATRO LOTADO OUVE VIOLONISTAS ARTICULADOS E HARMONIOSOS (Manchete). O teatro estava cheio de entusiastas; de fato, o concerto atrasou um pouco porque levou tempo extra para espremer todos em cada assento… [os músicos tocaram de forma] articulada e harmoniosa, aliadas às mais extraordinárias sonoridades e senso de conjunto.
SEATTLE POST-INTELLIGENCER
 
A magia violonística surgiu alta e clara para uma platéia extasiada… eles pareciam funcionar como um organismo com oito mãos e uma só mente. Partes intricadas foram executadas com acuidade extrema e linhas que se cruzam passavam de um músico a outro… às vezes, os violões ora soavam como harpas, ora como alaúdes ou com timbres pianísticos… havia um virtuosismo ousado, excitante e abundante… apimentado… muitos aplausos de pé e dois bis.
GREENSBORO NEWS AND RECORD
 
A maior parte dos melômanos norte-americanos é familiarizada com Heitor Villa-Lobos, mas poucos conhecem outros compositores brasileiros do século XX. O novo álbum do Quarteto Brasileiro de Violões, “Encantamento”, proporciona uma bem-vinda introdução a estas outras personalidades… estas peças ostentam uma acessibilidade melódica e sensualidade rítmica que frequentemente desconcertam compositores do hemisfério norte… [o quarteto] executa os ritmos vivos e intricados desta música como apenas brasileiros poderiam fazer.
HOWARD COUNTY TIMES, sobre o CD Encantamento
 
Numa agradável mudança em relação aos quartetos de corda e trios com piano, a Sociedade de Música de Câmara de Salt Lake City trouxe o Quarteto Brasileiro de Violões a Utah… A sonoridade que eles produziram foi rica e densa e o âmbito e tessitura, sinfônicos… [O Quarteto no.12 de Villa-Lobos] foi uma transcrição excelente que capturou toda a profundidade da música. A música é intensa, porém lírica, e o grupo ofereceu uma leitura perspicaz que trouxe à tona toda a densa expressividade da obra de maneira convincente… Eles tocaram as adoráveis e sinceras “Variações Sérias” [de Ronaldo Miranda] com ênfases expressivas que capturaram maravilhosamente diferentes humores e trouxeram coesão à obra como um todo… Sua interpretação [da Suíte Iberia de Albéniz] foi primorosamente expressiva e eles fizeram jus ao sabor espanhol da obra. Ela foi belamente elaborada, soberbamente articulada e executada.
REICHEL RECOMMENDS BLOG
 
O Quarteto Brasileiro de Violões exibiu uma maestria violonística que raramente se vê. Apenas “tocar bem” não descreve a experiência de assistir à excelência daqueles que sabem como transformar quatro violões numa orquestra completa, de sonoridades variadas… esta máquina violonística bem lubrificada apresentou o que este comentarista acredita ter sido o auge musical da tarde [a Suíte Orquestral no.3 de Bach].
WINTER PARK/MAITLAND OBSERVER
 
O Quarteto Brasileiro de Violões conseguiu de novo. Sua calorosa e disciplinada energia e espantosa destreza técnica é direcionada agora à música de Villa-Lobos. Como sempre, os arranjos são próprios e belamente elaborados. Os dois quartetos de corda incluídos (números 5 e 12) são executados com o senso de estilo e compreensão que fazem destes intérpretes tão completamente convincentes. Uma multitude de atmosferas de ritmo e cor. Fabuloso!
WGBH – BOSTON, sobre o CD Brazilian Guitar Quartet plays Villa-Lobos
 
O Quarteto Brasileiro de Violões demonstrou uma sonoridade robusta e uma interpretação refinada. Este grupo eleva a performance para conjunto de violões a um nível extremamente alto. A sonoridade é um deleite, às vezes parecendo sinos ou harpas angelicais. Imbuída de uma postura melódica flexível, a performance das Bachianas Brasileiras no.1 de Villa-Lobos foi deliciosa.
ALBUQUERQUE JOURNAL
 
CANADÁ
Há uma variedade de ritmos contagiantes, melodias graciosas e às vezes tristes, momentos de angularidade modernista e beleza transcendental, em algumas das melhores obras de câmara do Villa… Outra peça que se destaca neste disco é a adaptação de Amaral do Quarteto de Cordas no.12, um dos maiores quartetos do compositor, uma peça de grande sutileza e poder. Este disco é altamente recomendado!
THE VILLA-LOBOS MAGAZINE, sobre o CD Brazilian Guitar Quartet plays Villa-Lobos
 
BRASIL
QUARTETO BRASILEIRO DE VIOLÕES FAZ GRAVAÇÃO HISTÓRICA DE ALBÉNIZ (Manchete). O disco é tão bom que até dá receio de fazer um elogio, para não prejudicar. Mas o mínimo que se deve dizer é que esta gravação da Suite Iberia de Albéniz pelo Quarteto Brasileiro de Violões, recém-lançada pelo selo americano Delos, passa a ser uma das gravações de referência da obra-prima do compositor catalão… Há nisso uma justiça mais que poética. Composta para piano, Iberia tem por dentro uma espécie de violão ideal, sonhado, uma espantosa guitarra espanhola que vai se dividindo em outras à medida que a música progride, com suas mil fantasias timbrísticas e contrapuntísticas. E é justamente este violão que se escuta agora, na transcrição do Quarteto, como se fosse a tradução da tradução, reconduzindo a música à sua origem… Nos seus três discos anteriores, o Quarteto gravou desde transcrições inéditas de compositores brasileiros (o Quarteto de Cordas no.2 de Camargo Guarnieri, por exemplo) até as Suítes Orquestrais de Bach, A experiência acumulada converge para estas transcrições de Albéniz, numa interpretação de tirar o fôlego, não só pelo virtuosismo mais exuberante, em passagens rápidas e ritmos sincopados, mas também pelo virtuosismo de outra ordem, no controle muito fino dos tempos e na qualidade especial dos timbres, em planos sobrepostos… Em 2000, o pianista Daniel Barenboim tocou memoravelmente dois cadernos de Iberia na Sala São Paulo. Seu Albéniz parecia um precursor genial dos modernistas Ravel e Messiaen; e mais até do que Alicia de Larrocha, reverenciada pelo Quarteto, é em Barenboim que esse disco faz pensar. Eles ficam, agora, nessa companhia, sob o sol ideal de Ibéria, e à sombra de ninguém.
FOLHA DE SÃO PAULO, sobre o CD Suite Iberia
 
Motivo para festejar… grande brilhantismo e enorme musicalidade… energia e impulso… [repertório] arranjado com supremo bom gosto e sensibilidade… Eles tocam como um, com um dom para o colorido a um tempo variado e integrado. Respiram juntos, dando às execuções uma singular aura orgânica… Uma síntese ideal de brilhantismo e devaneio, calor tropical e clareza de idéias… A sonoridade do grupo poderia ser um capítulo à parte. Graças ao violão de oito cordas desenvolvido por Paul Galbraith, acentuado por uma caixa de ressonância, o conjunto como um todo ganha uma ampla tessitura, dotando a música de uma riqueza extra… Um disco insuperável.
JORNAL DA TARDE, sobre o CD Essência do Brasil
 
Este CD está sendo muito elogiado no exterior, e por uma boa razão… uma gravação tão maravilhosa como esta não aparece desde 1982 (com exceção do Duo Assad, obviamente)… o poder de expressão que permeia todo o CD pode ser sentido já nas primeiras notas. Parabéns ao Quarteto pelo seu sucesso e por esta gravação indispensável. Uma absoluta obra-prima.
VIOLÃO INTERCÂMBIO, sobre o CD Essência do Brasil
 
ALEMANHA
CONTRAPONTO AO INVÉS DE SAMBA (Manchete). Contraponto ao invés de samba. O concerto do Quarteto Brasileiro de Violões no mosteiro de Machern ofereceu uma extraordinária representação de seu país… sua performance foi além do impressionante. Eles tocam com nuances sofisticadas, precisão coletiva e bem pensadas interpretações. Foi uma noite maravilhosa que retratou um outro Brasil, muito além de ritmos quentes e atmosfera brilhante.
TRIERISCHER VOLKSFREUND
 
VIOLÕES MÁGICOS BRASILEIROS (Manchete). Precisão absoluta… os quatro violonistas coordenaram o texto musical de um para o outro com grande profissionalismo e nobreza.
OSTSEE-ZEITUNG KULTUR
 
GRÃ BRETANHA
[O Quarteto Brasileiro de Violões] não poderia ter feito justiça maior para o violão, enquanto instrumento de conjunto… desempenho formidável… [Villa-Lobos] foi tocado de maneira cintilante… Todos os pequenos toques interpretativos… tornaram-nas em algo especial [as peças de Albéniz]; aquele pequeno acorde no final da primeira, por exemplo, tocado deliciosamente no momento perfeito… [as três peças de Mignone] foram cheias de vigor e um trabalho de conjunto de tirar o fôlego. Três brilhantes bis encerraram um concerto que deve ter assegurado ao diretor do festival Allan Neace que todo o esforço em trazer este extraordinário grupo através do Atlântico foi totalmente justificado.
THE COURIER
 
Magnífica execução… O Quarteto Brasileiro de Violões oferece um refrescante, divertido e substancial novo repertório para este meio; sua interpretação desta música maravilhosa é da mais alta qualidade. Não há um só ponto negativo em todo o programa, e a musicalidade e entusiasmo dos musicistas brilha em cada compasso. Esta é uma gravação de alto nível de música fabulosa, de um quarteto internacional. Altamente recomendado.
CLASSICAL GUITAR MAGAZINE, sobre o CD Essência do Brasil
 
Essência do Brasil, uma cativante coleção de peças inspiradas no folclore por compositores brasileiros, que me deliciou do começo ao fim. A execução é fora do comum, e a sonoridade da gravação maravilhosamente calorosa.
PUNCH, sobre o CD Essência do Brasil
 
FRANÇA
Finalmente, um produto 100% brasileiro emerge do caminho já tão explorado! O quarteto solta suas rédeas virtuosísticas em Gomes… a transcrição de Villa-Lobos é engenhosa: as vozes são distribuídas pela ampla extensão, preservando o dinamismo e entusiasmo do original… O conjunto é impressionante na leveza e precisão de seus tutti, nos ataques e nos silêncios… Isto é ainda mais meritório porque estimulará os ouvintes e matar sua curiosidade e expandir sua coleção de compositores ainda não devidamente reconhecidos em nossas latitudes.
LES CAHIERS DE LA GUITARE ET DE LA MUSIQUE, sobre o CD Essência do Brasil
 
PORTUGAL
UM SUCESSO CULTURAL E DE VENDAS (Manchete). Quatro violonistas de qualidade excepcional que juntaram-se para criar novas versões e transcrições de obras-primas de Bach a compositores contemporâneos brasileiros.
SEMANA TIRSENSE
 
AUSTRÁLIA
O Quarteto Brasileiro de Violões demonstrou uma sonoridade robusta e uma interpretação refinada. Este grupo eleva a performance para conjunto de violões a um nível extremamente alto. A sonoridade é um deleite, às vezes parecendo sinos ou harpas angelicais. Imbuída de uma postura melódica flexível, a performance das Bachianas Brasileiras no.1 de Villa-Lobos foi deliciosa.
THE AUSTRALIAN
 
JAPÃO
Música deslumbrante… ainda que se possa assumir que as possibilidades tonais e sonoras de tal combinação sejam limitadas, é exatamente o oposto disso que acontece neste CD de estréia, revelando novas possibilidades para o violão… as obras são brasileiras em caráter, cheias de melodias apaixonadas, ritmos empolgantes e colorido deslumbrante… como todos os arranjos no disco, nada soa fora do lugar. Um impressionante disco de estréia do Quarteto Brasileiro de Violões que proporciona quase uma hora (se ao menos houvesse mais…) de música vibrante, tocada com uma alegria de viver que é contagiante.
THE DAILY YOMIURI, sobre o CD Essência do Brasil